quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Milhã contrata carros-pipa para abastecimento local
Algumas famílias colocam a caixa-d´água na calçada para facilitar a entrega do recurso hídrico pelos caminhões. A situação é de emergência FOTO: ANTONIO ELÂNIO
Milhã Assim como diversas cidades do Nordeste, a população deste município também está sofrendo com a falta d´água. Além da zona rural, quem mora na sede também está dependendo dos carros-pipa. O Açude Jatobá, responsável pelo abastecimento da cidade, secou. Para amenizar a situação, o prefeito recentemente empossado, Otacílio Macedo, contratou caminhões e até carretas para fornecerem água para os moradores. Agora, todo dia despejam água na estação de tratamento do Sistema Autônomo de Água e Esgoto (Saae) para abastecer o Centro da cidade pela rede. Na periferia, onde a água não chega, há correria para as portas das casas com baldes, de todos os tamanhos. Alguns colocam até caixas d´água nas calçadas, para receber os carros-pipa.
Não bastasse os problemas enfrentados no início de sua administração, por falta de recursos econômicos e sucateamento dos bens públicos do município, segundo o prefeito, desde o dia 20 de dezembro, o abastecimento feito pela Defesa Civil do Estado, foi paralisado. A despesa mensal com a operação emergencial de fornecimento de água deve chegar a R$ 200 mil. Ele disse que, caso o Governo do Estado não assuma, será obrigado a optar entre o pagamento dos servidores ou dos pipeiros.
Fonte: Diário do Nordeste
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMilhã desde sempre possui esse problema, pois nossos reservatórios são muito pequenos, se realmente fosse interesse dos políticos não só municipal claro de resolver, já teria um açude de grande porte, um que pelo menos suportasse dois anos de estiagem. Vejo também que a mídia fala da saca, mas muito vago só vão dar real atenção para essa situação quando quem estiver comendo palma, se restar, forem as pessoas. É verdade que as esferas governamentais criaram uma série de políticas para o imediato, mas afirmo é insuficiente e todos os olhares estão se voltando para a copa das confederações e para o prazo de entrega das obras...
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