quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Cadê a Água?














Infelizmente é assim que funciona: quando ocorrem fenômenos previsíveis como a seca na região Nordeste logo os governantes se mobilizam para angariar recursos para sanar temporariamente o problema, o nó da questão é que assim como outros problemas no Brasil, a seca é bem previsível e as soluções deveriam ser como conviver com estiagens constantes se depender de míseros recursos vindos do governo federal de última hora.

O agricultor está querendo soluções para continuar vivendo e desenvolvendo seu trabalho no semiárido. Obras de transposição para irrigações como citado em matéria nesse blog podem figuram como boas soluções para uma convivência harmoniosa com a seca e os problemas decorrentes dela, além dos benefícios econômicos trazidos por fontes de rendas vindas das irrigações (José Medeiros).

Percebam o que fala esse autor sobre a Charge acima:
“Os “paliativos” R$ 1,8 bilhões para o “combate” à seca no Nordeste chegam tarde e boa parte vai abastecer o bolso de alguns ladrões. Água que é bom… Por que os investimentos nunca vêm para prevenir, mas sempre pra remediar?” (William Medeiros)

Um comentário:

  1. Essa charge remonta que o brasileiro, em especial o sertanejo quer como ação pública para reduzir os prejuízos coma a seca. O governo poderia investir numa política pública voltada para projetos de irrigação e não com a contratação de carros-pipa. Uma ideia seria de elaborar e implementar sistema de irrigação para as áreas mais comprometidas. Um exemplo está aqui no nosso estado, o canal da integração.

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