Infelizmente é
assim que funciona: quando ocorrem fenômenos previsíveis como a seca na região
Nordeste logo os governantes se mobilizam para angariar recursos para sanar
temporariamente o problema, o nó da questão é que assim como outros problemas
no Brasil, a seca é bem previsível e as soluções deveriam ser como conviver com
estiagens constantes se depender de míseros recursos vindos do governo federal
de última hora.
O agricultor
está querendo soluções para continuar vivendo e desenvolvendo seu trabalho no
semiárido. Obras de transposição para irrigações como citado em matéria nesse
blog podem figuram como boas soluções para uma convivência harmoniosa com a
seca e os problemas decorrentes dela, além dos benefícios econômicos trazidos
por fontes de rendas vindas das irrigações (José Medeiros).
Percebam o que fala
esse autor sobre a Charge acima:
“Os “paliativos” R$ 1,8 bilhões para o “combate” à seca no
Nordeste chegam tarde e boa parte vai abastecer o bolso de alguns ladrões. Água
que é bom… Por que os investimentos nunca vêm para prevenir, mas sempre pra
remediar?”
(William Medeiros)

Essa charge remonta que o brasileiro, em especial o sertanejo quer como ação pública para reduzir os prejuízos coma a seca. O governo poderia investir numa política pública voltada para projetos de irrigação e não com a contratação de carros-pipa. Uma ideia seria de elaborar e implementar sistema de irrigação para as áreas mais comprometidas. Um exemplo está aqui no nosso estado, o canal da integração.
ResponderExcluir